terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Resenha - Confissões de um Turista Profissional

Oi Pessoal!!!
Primeira Resenha do ano \o/
E por que não começar com um pouco de humor?!

"Os paulistas estão para o Brasil como os americanos para o mundo."

Confissões de um Turista Profissional 
Autor: Kiko Nogueira
Editora: Novo Conceito
Páginas: 94
Ano: 
2011


Sinopse: 
Quem gosta de viajar, e viaja mesmo (isto é, não faz turismo pra inglês ver), sente uma vontade danada de falar a verdade sobre os lugares que visitou. Coisas como: vale a pena todo aquele trabalho no Louvre para não ver a Monalisa? Existe algum lugar mais insalubre do que uma barraca de praia no Nordeste? Ou ainda: por que o Brasil precisa de mais uma obra de Oscar Niemeyer, o veterano arquiteto que deixa um rastro de concreto aonde quer que vá? Mas falar essas coisas é, no mínimo, tornar-se um chato. Pois Jota Pinto Fernandes, alter ego de Kiko Nogueira, é o chato que vive em cada viajante. Corajoso e desbocado o suficiente para o que as agências e seu amigo que acabou de chegar de Nova York nunca falarão.

Já era madrugada e eu estava com vontade de ler algo diferente, fui até minha estante e encontrei Confissões de um Turista Profissional. Pequeno e com poucas páginas o livro consiste em crônicas escritas por Jota Pinto Fernandes – alter ego do jornalista Kiko Nogueira.

De um jeito bem humorado e sarcástico Kiko conta suas experiências em viagens, fornece dicas de turismo, além de quebrar alguns tabus; ele fala o que muitos pensam e não tem coragem de dizer.

Alguns dos assuntos abordados são: clichês e micos que podem acontecer com os turistas, como esses podem ser enganados, porque temos vergonha desnecessária de certas situações e as diferenças entre turistas, viajantes e mochileiros. 

Muitos encontrarão nessas páginas situações que já vivenciaram ou então vão soltar a frase "Putz, é verdade!", mas como Kiko utiliza da ironia durante todo o livro e não tem travas na língua, também podem ocorrer ofensas com alguma brincadeira. Minha dica: não leve para o lado pessoal, somente se divirta com a leitura.

A leitura foi muito rápida e no meu caso serviu a seu propósito, que era ler algo simples com humor e para passar o tempo, nada com compromisso.

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